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Estrada Real do Comércio
Na Estrada Real do comércio, existiam ranchos rústicos para pernoite dos tropeiros que viajavam em comitiva eram uma das marcas do caminho ligando Minas ao Rio Além de comerciantes, muitos cientistas estrangeiros, conforme pesquisas, percorreram o trajeto durante o século 19. Entre eles o francês Auguste de Saint-Hilaire (1819), os ingleses Robert Walsh (1829) e Charles James Fox Bunbury (1835) e o alemão Ernst Hasenclever (1839). “Todos deixaram registros importantes sobre o caminho. Muitos vestígios e alguns trechos originais do Caminho do Comércio ainda existem e estão sendo mapeados por um grupo de pesquisadores que atua na região do Alto Rio Grande, em Minas Gerais” Quem percorrer o trajeto terá à disposição atrativos culturais e paisagísticos, além de vários locais para a prática do turismo ecológico e cultural. Estão à espera dos visitantes as ruínas centenárias de Iguaçu Velho, a natureza exuberante da Serra do Tinguá e as fazendas coloniais da região de Valença e Vassouras, no Rio de Janeiro. Em Minas, as cachoeiras e paisagens serranas entre Rio Preto e Bom Jardim, incluindo a famosa gruta do Funil, a arquitetura colonial, os sítios arqueológicos, os doces, o queijo e a cachaça de qualidade produzidos na região de Andrelândia, as fazendas e igrejas centenárias, as serras e as tradições folclóricas da região de Madre de Deus de Minas, a capela de São Miguel do Cajuru, com pinturas artísticas do renomado pintor José Joaquim da Natividade... E há novidades a Prefeitura de Nova Iguaçu (RJ) instala oito totens de sinalização na Estrada Real do Comércio.
